[ . . . ] Vai chover amanhã, pensei, vai cair tanta e tanta chuva que será como se a cidade toda tomasse banho. As sarjetas, os bueiros, os esgotos levariam para o rio todo o pó, toda a lama, toda a merda de todas as ruas.
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Caio Fernando Abreu. In: Morangos Mofados. São Paulo: Brasiliense, 1982. p. 71-86.
